Por mais inconformada que parecesse. Aceitava (não pacificamente)tudo que mais lhe incomodava, simplesmente porque mudar trazia consigo o risco do desconhecido, 50% de chance de dar errado... e ela fugia, esquecendo os outros 50% que poderiam dar certo.
Um dia , talvez tenha sido a idade, talvez algum amor, talvez algum desafeto, tudo isso junto, ou simplesmente o puro e simples desejo do novo...
Nesse dia ela aceitou suas escolhas, enfim com a maturidade de quem entende que para crescer é preciso enfrentar os medos e assumir seus atos...
No coração o medo de receber o desconhecido se perdeu...E de um jeito único e impensável, ela começou a ser ela mesma...
E a vida começou a acontecer...
terça-feira, 21 de julho de 2009
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